Mais de 5000 visitantes conhecem os novos negócios do mundo rural

Realizou-se no passado dia 8 de Fevereiro de 2018 a Conferência de Imprensa de apresentação da "IX Edição da Lampreia do Rio Minho - Um Prato de Excelência".
Castro Laboreiro está na fase final das 7 Maravilhas de Portugal – Aldeias.
O projeto EMER-N pretende alcançar 688 empresas distribuídas por 86 municípios no norte do país, numa iniciativa inédita em termos de abrangência e de dinamização do empreendedorismo em territórios de baixa densidade populacional.
O Governo lançou uma nova linha de apoio a projetos turísticos no interior, no valor total de 10 milhões de euros. As candidaturas arrancam esta sexta-feira, com a publicação do diploma em Diário da República.
O Governo, através do Fundo de Eficiência Energética, lançou mais um concurso para promover a eficiência energética na indústria e na agricultura, no valor de 1,35 milhões de euros, elevando para 6,8 milhões de euros o total de verbas já disponibilizadas por este fundo em 2016.
No passado dia 3 de novembro no Centro Cultural Gil Vicente, no Sardoal, decorreu a sessão de assinatura do “Protocolo de delegação de tarefas” entre o Instituto de Financiamento de Agricultura e Pescas (IFAP), os Grupos de Ação Local (GAL) e a Federação Minha Terra (FMT), presidida pelo Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Amândio Torres.
Estratégia de Desenvolvimento Local (EDL)
Objetivos e vocação específica do DLBC
A definição dos objetivos teve em consideração que a implementação de um modelo de desenvolvimento do território terá de ser enquadrada em intervenções que mobilizem os vários agentes e sejam potenciadoras de
investimento, de criação de emprego e consequente fixação da população. Importa destacar os desafios e aspetos mais relevantes que concorrem para a implementação da DLBC, até porque as prioridades de investimentos identificadas no presente aviso e os objetivos têm de dar condições para o território responder a estes desafios.
A empregabilidade do território, a dificuldade de criar emprego é um dos problemas estruturantes que afeta o seu desenvolvimento e coesão. O apoio ao autoemprego e ao empreendedorismo rural são algumas das ações que poderão contribuir para combater esta dificuldade. A qualificação profissional dos ativos no aproveitamento dos recursos endógenos deverá ser uma prioridade para a criação de emprego. A economia verde e a economia social são, de acordo com a avaliação do Eixo 3 do PRODER do Vale do Minho, geradores de emprego. Este é o principal desafio do Vale do Minho, pelo que a DLBC será desenhada atendendo a este desígnio de tornar o território mais competitivo e mais inclusivo.
Na valorização do Território do Vale do Minho, um dos desafios é a melhoria da sua competitividade, posicionamento e visibilidade mediante a valorização dos seus recursos endógenos, promoção externa turística, a preservação ambiental natural e da paisagem rural, a preservação e valorização do seu património, edificado (centros históricos e núcleos rurais) e cultural. Importa que se identifiquem prioridades nos domínios da agricultura, do turismo, da promoção do território, do empreendedorismo, criando sinergias da experiência das instituições locais e permitindo a valorização conjunta dos seus ativos.
Promover a Competitividade e diversificação das atividades económicas de base local, através do reforço da competitividade do território, a criação de emprego, a geração de riqueza e o incremento da coesão social; a competitividade do traduz-se na capacidade de criar emprego, de dinamizar novas iniciativas empresariais que explorem o potencial económico dos seus recursos e valores. A valorização dos recursos endógenos que impulsione a dinâmica da diversificação da atividade de base local, orientadas para a inovação e diferenciação que contribua para a criação de emprego, crescimento das cadeias de valor - vinho, fumeiro, mel floresta, produção de carne e transformação agroalimentar e o turismo (alojamento em espaço rural e animação/ turismo verde) - são essenciais para o reforço e diversificação da economia de base local; será mobilizada a Medida M10 FEADER do PDR 2020.
A DLBC prevê 4 objetivos estratégicos e 1 operacional, assentes na sua visão estratégica. A formulação atendeu aos resultados da avaliação e às propostas de ação recolhidas junto dos atores locais ao longo do processo participativo de elaboração da estratégia e enquadram-se nas tipologias de intervenção FEADER; FEDER e FSE (a articular com GAL DLBC Litoral Norte, cuja entidade gestora é a CIM Alto Minho), mas também nas oportunidades que o Portugal 2020 poderá oferecer complementarmente.
A vocação específica da EDL afirma-se nas intervenções da DLBC tendo em conta a Fileira Agricultura - Turismo - Ambiente, onde a criação de emprego se considera como a base para fixação da população e do seu bem estar, reconhecendo a importância de cada elemento desta fileira na construção de um modelo de desenvolvimento.
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